Sem argumentos, Boulos apela para a baixaria e chama Romeu Zema de “psicopata”
A pré-campanha presidencial de 2026 já dá sinais de que o nível do debate, por parte da esquerda, será rasteiro. Guilherme Boulos (PSOL), fiel ao seu estilo agressivo e desprovido de propostas concretas, partiu para o ataque pessoal contra o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo).
O estopim para a fúria de Boulos foi uma declaração de Zema sobre a flexibilização das regras do trabalho infantil no Brasil. Em entrevista ao podcast Inteligência Limitada, exibida na última sexta-feira (1º), Dia do Trabalhador, Zema defendeu uma revisão na legislação atual, comparando-a com modelos adotados em países desenvolvidos, como os Estados Unidos.
O argumento de Zema
Zema citou o exemplo cultural norte-americano, onde é comum que crianças e adolescentes realizem pequenos trabalhos, como a entrega de jornais, para ganhar seu próprio dinheiro e aprender sobre responsabilidade.
“Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal. Recebe lá não sei quantos cents por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, você está escravizando criança. Então, é lamentável, mas tenho certeza de que nós vamos mudar isso”, afirmou o ex-governador.
Ele ponderou que, embora o estudo seja a prioridade absoluta, atividades simples podem auxiliar na formação do indivíduo. Zema relembrou sua própria experiência: “Eu acompanhava meu pai o dia todo, contava parafuso, porca e ajudava ele, embrulhava em jornal”.
A posição de Zema levanta um debate válido e necessário. Muitos cidadãos que começaram a trabalhar cedo valorizam o aprendizado, a disciplina e o senso de responsabilidade adquiridos nessas experiências, que em nada se assemelham à exploração ou ao trabalho escravo.
A baixaria de Boulos
Contudo, Guilherme Boulos, cuja trajetória é marcada pela militância e pela ausência de experiência no mercado de trabalho formal, preferiu ignorar o mérito do debate e apelar para a ofensa pesada.
Sem argumentos para rebater a comparação feita por Zema, Boulos destilou ódio nas redes sociais:
“Defender o trabalho infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”.
A reação de Boulos demonstra não apenas debilidade argumentativa, mas uma total descompostura para quem pleiteia o cargo mais alto da República. Ao rotular um adversário político de “psicopata” por defender uma ideia divergente, Boulos rebaixa o debate público e mostra que sua única ferramenta política é a desqualificação do oponente.





