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Aliados de Lula avaliam acionar o STF contra Alcolumbre após rejeição de Messias

Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começaram a desenhar uma nova estratégia jurídica para tentar reverter ou…
Aliados de Lula avaliam acionar o STF contra Alcolumbre após rejeição de Messias

Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começaram a desenhar uma nova estratégia jurídica para tentar reverter ou questionar o revés. A principal frente de ação avalia acionar a Suprema Corte contra a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

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A Articulação Jurídica

A iniciativa está sendo liderada pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e figura próxima tanto de Lula quanto de Messias. Segundo informações divulgadas, Carvalho está reunindo um conselho de juristas e dirigentes partidários para escrutinar a conduta de Alcolumbre durante o processo.

O grupo sustenta a tese de que o chefe do Senado cometeu um “desvio de finalidade”.

  • As alegações: O advogado argumenta que Alcolumbre, que deveria atuar como uma “espécie de juiz” do rito, não garantiu ao sabatinado as condições adequadas para enfrentar a arguição.

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  • Próximos passos: Os juristas estão estruturando uma avaliação técnica do caso para levar sugestões ao presidente Lula. Caberá ao chefe do Executivo a decisão final sobre a abertura de um embate judicial contra o Senado.

Disputa por Prerrogativas Constitucionais

Para a base aliada, Lula deveria insistir na indicação de Messias. Embora o grupo reconheça que o Senado possui o direito constitucional de rejeitar indicações, eles avaliam que a condução política atual representa uma afronta aos poderes do Executivo.

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Em sua declaração, Marco Aurélio de Carvalho criticou o que vê como uma tentativa de usurpação de competências:

“O Senado tem o direito de rejeitar quem quer que seja. O que não dá é para reverter papéis e tentar capturar a importante prerrogativa do presidente da República de indicar ministro do Supremo. Eles já capturaram a execução orçamentária, a indicação para as agências reguladoras…”, afirmou.

O movimento evidencia o agravamento da tensão institucional entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, com reflexos imediatos na estabilidade política do governo.

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