O Alto “Custo Janja”: Viagens ao Exterior Entram na Mira de Críticas
O volume de viagens internacionais realizadas pela primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, a Janja, tornou-se alvo de duras críticas. O foco dos questionamentos está no alto custo que essas frequentes comitivas ao exterior representam para o pagador de impostos brasileiro.
O Termo “Custo Janja”
O jornalista Sílvio Navarro destacou a situação e cunhou o termo “custo Janja” para se referir às despesas geradas por esses deslocamentos. Em sua análise, Navarro contrasta a rotina de viagens da primeira-dama com a atual carga tributária enfrentada pela população.
“170 dias fora do Brasil desde 2023. Enquanto o brasileiro é taxado, a primeira-dama acumula viagens ao exterior com dinheiro do pagador de impostos. Isso tem nome: custo Janja. Não foi eleita, não presta contas, mas viaja como chefe de Estado”, cravou o jornalista.
Levantamento de Dados
A crítica ganha peso com base no levantamento do tempo que a primeira-dama passou fora do país desde o início do atual mandato presidencial. Os números, que embasaram o debate, foram alvo de compilação e gráficos divulgados pelo portal Poder360.
A repercussão levanta uma discussão central sobre a atuação institucional da primeira-dama, que, apesar de não ocupar cargo eletivo ou prestar contas formais, tem assumido um papel de representação internacional semelhante ao de chefes de Estado, gerando altos custos para os cofres públicos.





