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Jornalista da GloboNews é Acusada de Racismo Após Fala Polêmica ao Vivo

A jornalista Marina Franceschini, da GloboNews, tornou-se alvo de intensas críticas nas redes sociais após uma declaração feita durante uma transmissão ao vivo. O episódio ocorreu enquanto a profissional detalhava a missão Artemis II, responsável por levar quatro astronautas a uma viagem de cerca de dez dias pelo espaço, incluindo uma trajetória ao redor da Lua.

A Controvérsia

O caso teve início quando a jornalista tentou descrever a composição da equipe enviada ao espaço. Ao listar a tripulação, Franceschini afirmou que o grupo era formado por “um homem, um negro e uma mulher”.

A estruturação da frase e a escolha das palavras geraram questionamentos imediatos. A crítica central do público é que a separação semântica entre as categorias “homem” e “negro” sugere uma distinção indevida, soando como se a pessoa negra não pertencesse à categoria de “homem” ou “ser humano”.

Repercussão nas Redes

Diversos telespectadores e internautas foram às redes para apontar a inadequação da fala e debater a forma como a pauta racial foi abordada na televisão. Entre as manifestações de destaque na rede social X (antigo Twitter), usuários escreveram:

“Um negro não é um ser humano? Não entendi!”

“Uai! Marina Franceschini, o negro não é homem? Que comentário racista é esse?”

A declaração reacendeu debates online sobre o cuidado com o vocabulário e a reprodução de vieses estruturais durante transmissões ao vivo no jornalismo.

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Bruno Rigacci

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