Vida de Bolsonaro foi salva “por questão de uma ou duas horas”, relata Carlos Bolsonaro
O vereador Carlos Bolsonaro utilizou suas redes sociais neste domingo para relatar detalhes sobre o estado de saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Após mais uma visita ao hospital, Carlos afirmou que a condição clínica do ex-presidente necessita de “supervisão integral”, destacando a gravidade de um episódio recente.
Complicações Respiratórias
Segundo o relato, durante a última internação, Jair Bolsonaro sofreu um broncoaspiramento que afetou severamente seu sistema respiratório. O vereador apontou que essa era uma preocupação antiga, já alertada por médicos.
Destacando a urgência do caso, Carlos declarou:
“Por questão de uma ou duas horas, desta vez sua vida foi salva. Saio da unidade semi-intensiva ladeado de um homem cuja resiliência de vida e de espírito certamente jamais conhecerei igual.”
Reclamações sobre Restrições e “Humilhações”
Além de detalhar o quadro médico, Carlos Bolsonaro expressou profunda indignação com as regras e o tratamento recebido no ambiente hospitalar. Ele relatou ter sido impedido de entrar no quarto utilizando seu próprio relógio, descrevendo a situação como parte de “humilhações calculadas minuciosamente”.
Apesar dos obstáculos, o vereador afirmou que aproveitou o encontro para atualizar o pai sobre os fatos ocorridos fora do hospital, alegando que o ex-presidente tem sido propositalmente privado de informações e da capacidade de agir.
Declarações Políticas e “Presos Políticos”
Na parte final de seu desabafo, Carlos Bolsonaro politizou a situação do pai, conectando as restrições hospitalares ao contexto das prisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Ele referiu-se ao ex-presidente e aos detidos como “presos políticos”.
“Nada do que acontece com ele ou com os presos políticos do 8 de janeiro é ao acaso, e esse absurdo precisa acabar (…) já ultrapassando todos os limites para um inocente que está sendo torturado de todas as formas na prisão em que foi colocado. É necessário que todos esses absurdos sejam anulados imediatamente”, concluiu.





