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O tenebroso “legado” de Fernando Haddad: A conta de um desastre econômico

Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, parece não se cansar de colecionar derrotas. Apesar de seu histórico eleitoral, ele demonstra estar disposto a enfrentar Tarcísio de Freitas novamente na disputa pelo governo de São Paulo. Se as urnas refletirem a realidade econômica do país, Haddad caminha para levar mais uma “surra” eleitoral para sua vasta coleção.

Para entender o tamanho da rejeição que o aguarda, basta olhar para o legado que ele está construindo (ou destruindo) à frente da economia do Brasil. A economista Josiane Haese fez um levantamento minucioso dos resultados da “Era Haddad”, e os números são assustadores.

O “Curriculo” de Haddad na Economia

Em vez de crescimento e responsabilidade fiscal, o governo petista entregou um pacote de retrocessos. Confira a herança tenebrosa enumerada pela economista:

  • Aumento de Impostos: Implementação de 30 medidas focadas exclusivamente no aumento de tributos.

  • Asfixia Tributária: O Brasil atingiu seu recorde histórico de carga tributária, a maior registrada nos últimos 15 anos.

  • Juros nas Alturas: Atingimos a maior taxa Selic desde o ano de 2006.

  • Descontrole da Dívida: Um salto alarmante e recorde na dívida pública, que passou de 71,7% do PIB (em 2022) para assustadores 84% do PIB previstos para o fim de 2026.

  • Rombo nos Cofres: Recorde do déficit nominal, ultrapassando a marca assombrosa de R$ 1 trilhão.

  • Quebradeira: Recorde em recuperações judiciais, falências e inadimplência de empresas e famílias brasileiras.

E, por fim, como bem resume a análise: um recorde em mentiras. Promessas de responsabilidade fiscal foram trocadas por um plano sistemático de aumento de arrecadação às custas do pagador de impostos, sem qualquer corte real de gastos da máquina pública.

Com esse currículo em mãos, Haddad pedirá votos aos paulistas. Resta saber se o eleitor estará disposto a pagar, mais uma vez, essa conta.

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Bruno Rigacci

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