O Rato que Ruge: Lula vira porta-voz de ditaduras sangrentas, ataca os EUA e envergonha o Brasil
O Brasil voltou a passar vergonha no cenário internacional. Durante a 10ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), realizada neste sábado (21) em Bogotá, na Colômbia, Luiz Inácio Lula da Silva deixou de lado a diplomacia para assumir, de forma declarada e raivosa, o papel de advogado de defesa das piores ditaduras do continente.
Em um vídeo que rapidamente viralizou nas redes sociais, um Lula visivelmente alterado usou o palanque internacional para defender com unhas e dentes os regimes autoritários de Cuba e da Venezuela.
Discurso Seletivo e Hipocrisia
Com sua velha retórica anti-imperialista, Lula atacou os Estados Unidos, condenou as sanções econômicas e bradou contra o que chamou de “invasões externas”. Curiosamente, o petista cobrou “respeito à Carta da ONU” para defender ditadores, mas ignorou solenemente as violações sistemáticas de direitos humanos cometidas por seus “companheiros”.
O discurso de Lula é uma bofetada no rosto daqueles que sofrem diariamente sob a bota desses regimes.
Enquanto o petista discursava em Bogotá, o mundo assiste:
Em Cuba: Ao colapso total da economia, com a população sofrendo com apagões intermináveis, repressão policial e a escassez crônica de alimentos básicos.
Na Venezuela: À continuidade de uma crise humanitária devastadora, marcada por prisões políticas arbitrárias e o êxodo em massa de milhões de venezuelanos que fogem da miséria.
O Isolamento Ideológico
O Brasil, que por seu tamanho e peso econômico deveria exercer uma liderança genuína na defesa da liberdade e da democracia na América Latina, segue refém do ressentimento ideológico da extrema-esquerda.
Em vez de se portar como um mediador respeitado, Lula apequena o país. Ele se posiciona como um mero porta-voz de governos que oprimem e esfomeiam seus próprios povos, exatamente no momento histórico em que a região mais precisa de líderes firmes contra o autoritarismo.
A postura adotada na CELAC não apenas isola o Brasil, mas compromete, de forma profunda, qualquer resquício de credibilidade internacional que o país ainda pudesse ter.





