Economista Paulo Kogos classifica Bolsonaro como “mártir da liberdade” e critica atuação do STF
O economista Paulo Kogos teceu fortes críticas ao atual cenário político e jurídico do país durante uma entrevista recente concedida ao Jornal do JCO. Em sua fala, Kogos afirmou que o Brasil vive sob o que classificou como uma “ditadura comunista e judiciária” e defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para o economista, Bolsonaro atua como um “mártir da liberdade” e é alvo de perseguição contínua desde o atentado a faca que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018 — episódio que Kogos descreveu como um crime político mal investigado.
Alegações de perseguição
Durante a entrevista, Kogos argumentou que o sistema político e judiciário precisou “inventar mentiras” para incriminar o ex-presidente. Segundo a tese do economista, isso teria ocorrido devido à extrema honestidade de Bolsonaro e à ausência de provas concretas de corrupção contra ele.
Críticas ao STF e saúde de Bolsonaro
Kogos também abordou o estado de saúde do ex-presidente, associando a piora de seu quadro clínico às sequelas físicas do atentado e ao que chamou de “injustiça de uma prisão indevida”.
O economista direcionou críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Esse sistema que foi instaurado no Brasil, à revelia da vontade do povo, é um sistema assassino, que está matando Jair Bolsonaro e outros patriotas inocentes. O ministro Alexandre de Moraes passa por cima da Constituição, da ética e da própria dignidade humana ao ignorar condições clínicas dos presos”, declarou Kogos.
As falas refletem o tom de indignação de parte da base aliada do ex-presidente em meio aos desdobramentos judiciais e ao estado de saúde de Bolsonaro no hospital.





