URGENTE: Inesperadamente, Toffoli se declara suspeito e foge de relatoria explosiva
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) foi sacudido no final da tarde desta quarta-feira (11). Em um movimento que pegou muitos de surpresa, mas que outros interpretam como um recuo estratégico diante da pressão, o ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito para relatar o mandado de segurança que solicita a criação da CPI do Banco Master.
A investigação, que tramita na Câmara dos Deputados, visa apurar relações nebulosas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). O sorteio de Toffoli para o caso havia gerado uma onda de indignação nas redes sociais, com internautas e parlamentares como Nikolas Ferreira ironizando a “sorte” do ministro, apelidando o sistema do STF de “máquina de sorteio importada do Tayayá”.
“Foro Íntimo”
No despacho assinado hoje, Toffoli foi sucinto, mas deixou transparecer o clima de tensão:
“Declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes.”
Com a decisão, um novo sorteio deverá ser realizado. A grande pergunta que ecoa nos corredores de Brasília é: quem será o próximo “premiado” para lidar com um processo que atinge diretamente o coração do sistema financeiro ligado a figuras influentes?
O Fantasma da Operação Compliance Zero
Apesar de se afastar deste mandado específico, Toffoli fez questão de ressaltar em seu despacho que continua apto a atuar em outros processos da chamada “Operação Compliance Zero”. Ele lembrou que o plenário da Corte já havia arquivado pedidos de suspeição anteriores apresentados pelo ministro Edson Fachin.
Vale lembrar que Fachin baseou suas preocupações em relatórios da Polícia Federal, que interceptaram mensagens no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mencionando o nome de Toffoli. Na época, o “sistema” agiu rápido para blindar o ministro, mas a pressão em 2026 parece estar em outro patamar.
O Sistema Treme
A suspeição de Toffoli ocorre no mesmo dia em que o governo Lula lida com o vazamento de que a PF analisa pedir a prisão de Lulinha. O cerco está se fechando, e nem mesmo os “sorteios amigos” parecem ser suficientes para conter a busca pela verdade.





