O pesadelo do Planalto: Trump encurrala Lula com ameaça de classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas
O telefone vermelho tocou em Bogotá e o recado foi claro: a água bateu no pescoço. Em uma ligação que escancara o completo desespero diplomático e político do atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva procurou o ombro amigo do presidente socialista da Colômbia, Gustavo Petro. O motivo do pânico? A iminente e devastadora decisão de Donald Trump de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.
A medida, que já tramita nos corredores da Casa Branca, promete mudar radicalmente as regras do jogo e o tratamento global dado ao crime organizado no Brasil.
O que muda com a canetada de Trump?
Ao rotular essas facções como terroristas, os Estados Unidos passam a ter jurisdição ampliada e agressiva. Isso significa poder total para o governo americano rastrear contas bancárias em paraísos fiscais, congelar bilhões em ativos, caçar líderes internacionalmente e, o que mais tira o sono de Brasília: investigar a fundo as supostas relações espúrias e os “diálogos cabulosos” dessas organizações com figuras da política sul-americana.
Durante a ligação, Lula e Petro, velhos aliados da extrema-esquerda no continente, focaram em discutir as “implicações” dessa reclassificação. O Palácio do Planalto tem acompanhado a movimentação internacional com extremo receio, temendo que a soberania nacional seja usada como escudo para proteger os negócios bilionários do narcotráfico.
O “Advogado de Defesa” no Planalto
Enquanto o Brasil assiste atônito ao avanço desenfreado da criminalidade e à leniência das leis penais, Donald Trump mostra ao mundo como se trata o crime organizado de verdade: sem pena, sem concessões e com tolerância zero.
A atitude do governo petista diante da ofensiva americana levanta uma questão perturbadora. Deve ser muito bom ser chefe de facções criminosas de alta periculosidade e ter, sentado na cadeira mais importante do Palácio do Planalto, uma espécie de “advogado de defesa” de luxo, disposto a acionar líderes internacionais para tentar barrar medidas duras contra o crime.





