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Desesperado, Lula liga para seu filho Lulinha e faz pedido sórdido

O clima nos bastidores do Palácio do Planalto é de puro terror. Fontes ligadas à assessoria direta da presidência relataram que, após tomar conhecimento dos novos desdobramentos da Pesquisa Genial/Quaest, que aponta um derretimento da popularidade do governo e um empate técnico com Flávio Bolsonaro, o presidente Lula teria tido um “acesso de fúria” seguido de um abatimento profundo.

Entretanto, o que mais chocou os assessores foi o conteúdo de uma ligação interceptada pelo clima de tensão: Lula teria ligado para seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em um tom de voz embargado e, ao mesmo tempo, imperativo.

O Pedido Sórdido

Segundo informações de bastidores, o presidente teria feito um pedido sórdido ao filho: que ele “desaparecesse” das redes sociais e evitasse qualquer contato com empresários do setor de canabidiol e com o polêmico Antonio Carlos Camilo Antunes (o “Careca do INSS”), pelo menos até que o Supremo Tribunal Federal (STF) consiga “estancar a sangria” provocada pelas decisões recentes do ministro André Mendonça.

O desespero de Lula tem fundamento. A Polícia Federal já cruzou os dados bancários de Lulinha e a “Operação Sem Desconto” está a um passo de alcançar o núcleo duro da família presidencial. O pedido de Lula ao filho não foi apenas um conselho de pai, mas uma tentativa desesperada de salvar o que resta de sua sustentabilidade política frente ao avanço da oposição e do Judiciário que, em partes, começa a demonstrar independência.

Delator em Perigo e a “Máquina de Sorteio”

Enquanto Lula tenta blindar o filho, o delator que revelou os repasses mensais para a facilitação de negócios no Ministério da Saúde vive dias de cão. Sem a proteção oficial da PF, ele teme por sua vida e pela de sua filha.

O cenário se agrava com a estranha coincidência no STF, onde o ministro Dias Toffoli — que agora se declara suspeito — havia sido sorteado para relatar casos sensíveis, gerando a piada que corre nos corredores de Brasília: a de que a “máquina de sorteio do STF parece ser importada do Tayayá”.

O fato é que o “castelo de cartas” está balançando. Com a prisão de Jair Bolsonaro ainda sendo usada como cortina de fumaça, o governo não consegue mais esconder os escândalos que brotam de dentro do próprio Alvorada.

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Bruno Rigacci

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