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URGENTE: Nova pesquisa aponta Flávio numericamente à frente de todos na disputa presidencial

Os ventos políticos parecem estar mudando de direção. Um novo levantamento realizado pelo instituto Real Time Big Data no estado de São Paulo trouxe um cenário alarmante para o Palácio do Planalto e animador para a oposição: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em todas as simulações para a eleição presidencial de 2026.

A pesquisa, divulgada na manhã desta segunda-feira (9) e registrada no TSE sob o número BR-01902/2026, avaliou diferentes cenários. Em todos eles, o parlamentar lidera com pelo menos três pontos percentuais de vantagem, consolidando seu nome como o principal herdeiro do capital político de direita no maior colégio eleitoral do país.

Os Cenários e a Força da Oposição

O estudo testou três composições distintas, variando o quarto candidato do campo oposicionista. Veja os números:

  • Cenário 1 (com Ratinho Jr.): Flávio Bolsonaro lidera com 38%, seguido por Lula com 34%. O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), aparece com 9%, e Romeu Zema (Novo) tem 4%.

  • Cenário 2 (com Eduardo Leite): O senador amplia a vantagem, alcançando 39%. Lula se mantém com 35%, enquanto Eduardo Leite (PSD) e Zema somam 5% cada.

  • Cenário 3 (com Ronaldo Caiado): Flávio Bolsonaro repete os 39%. Lula fica com 35%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD) com 6% e Zema com 4%.

A base de apoio de Flávio é sólida e bem definida. O senador concentra a maior parte de seus eleitores entre homens (44% a 46%), pessoas com renda superior a cinco salários mínimos (49% a 50%) e entrevistados com mais de 60 anos (42% a 45%).

A Rejeição que Assombra o PT

Além das intenções de voto, os índices de rejeição desenham um quadro difícil para o atual governo. O presidente Lula ostenta a maior taxa: 49% dos paulistas afirmaram que não votariam nele “de jeito nenhum”.

A desaprovação de sua gestão no estado também é expressiva, atingindo 56%, com 47% dos eleitores classificando o governo como “ruim” ou “péssimo”. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro registra 45% de desaprovação, um índice menor que o do petista.

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Bruno Rigacci

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