Garcia critica STF por liberar assassinato de fetos de 5 meses

Política Nacional

O jornalista Alexandre Garcia expressou críticas contundentes à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de permitir o aborto de bebês com mais de cinco meses de gestação por meio da assistolia fetal, em casos de estupro, anencefalia e risco à saúde da mãe. Garcia classificou a decisão como “assassinato” e citou trechos da Constituição e do Código Civil para argumentar que tais decisões deveriam ser tomadas pelos legisladores, eleitos diretamente pelo povo.

Garcia destacou que um bebê de cinco meses, embora seja considerado super prematuro, tem chances de sobreviver em um bom hospital com assistência adequada. Ele criticou o uso do termo “assistolia fetal” para descrever o procedimento, que envolve a interrupção da sístole – o momento em que o coração bombeia o sangue – por meio de uma injeção de cloreto de potássio (KCl).

O jornalista também questionou a autoridade do STF para tomar tais decisões, sugerindo que o Supremo se considera supremo. Ele argumentou que tais questões deveriam estar nas mãos do Legislativo, onde estão os representantes eleitos pelo povo. Garcia lembrou que a Constituição estabelece que todo poder emana do povo, que transfere esse poder aos seus representantes eleitos: o presidente da República e os membros do Legislativo.

Além disso, Garcia comentou sobre a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo de declarar inconstitucional uma lei em Mairiporã que proibia banheiros neutros. Ele expressou preocupação com as implicações dessa decisão, sugerindo que aqueles que tomam tais decisões podem não ter considerado as possíveis consequências para as meninas e mulheres em Mairiporã.

Em resumo, Alexandre Garcia expressou fortes críticas à recente decisão do STF sobre o aborto e à decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre banheiros neutros. Ele defendeu que tais decisões deveriam ser tomadas pelos representantes eleitos pelo povo, e não pelo STF.

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